Segurança do trabalho · NR-1

PGR em Penha · Programa de Gerenciamento de Riscos

O documento que diz quais são os riscos de cada função da sua empresa e o que será feito com eles: inventário de riscos e plano de ação da NR-1, com os riscos psicossociais incluídos, para empresas de Penha, Navegantes, Balneário Piçarras e Barra Velha.

Resposta em até 1 dia útil. Levantamento feito na sua empresa, em visita técnica; o documento sai datado, assinado e organizado para o eSocial.
CEOMEDS - PGR

O PGR, Programa de Gerenciamento de Riscos, é o ponto de partida da saúde e segurança do trabalho. A NR-1 exige que toda organização com empregado gerencie os riscos ocupacionais dos seus estabelecimentos, e esse gerenciamento toma a forma do PGR: um inventário do que pode machucar ou adoecer quem trabalha ali e um plano de ação para evitar que isso aconteça.

É dele que saem os exames do PCMSO, a exposição registrada no LTCAT, os treinamentos exigidos por função e os dados enviados ao eSocial. Por isso, começar a SST pelos exames, sem PGR, costuma gerar exame a mais em uma função e de menos em outra.

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O que é o PGR e o que ele contém

A NR-1 (itens 1.5.3.1 e 1.5.7.1) pede que o gerenciamento de riscos de cada estabelecimento forme um programa com, no mínimo, dois documentos: o inventário de riscos e o plano de ação. Na prática, o PGR da CEOMEDS inclui:

Levantamento preliminar de perigos por setor e função Inventário de riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes Fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho Classificação de cada risco por probabilidade e severidade Plano de ação com medidas, responsáveis e prazos Documento datado e assinado, à disposição da fiscalização Dados de exposição organizados para o evento S-2240 do eSocial
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Quem é obrigado a ter PGR e quando revisar

Toda empresa com empregado, de qualquer porte e setor. A NR-1 abre duas exceções: o MEI está dispensado de elaborar o próprio PGR (item 1.8.1), e a microempresa ou empresa de pequeno porte de grau de risco 1 ou 2 pode ficar dispensada quando o levantamento preliminar não identificar exposição a agente físico, químico ou biológico e a empresa declarar isso no sistema digital do governo (item 1.8.4).

A dispensa não é automática: sem o levantamento documentado, a empresa fica sem PGR e sem a justificativa. O grau de risco sai do CNAE, pelo quadro da NR-4, e é ele que diz se a dispensa pode sequer ser discutida.

A avaliação de riscos é revista a cada dois anos, ou a cada três quando a empresa tem sistema de gestão de SST certificado, e antes disso sempre que houver mudança de processo, máquina ou layout, acidente ou doença relacionada ao trabalho, medida que não funcionou ou pedido justificado da CIPA (item 1.5.4.4.6). Setores em que o PGR é mais pedido na região:

Indústria e metalurgia Construção civil Logística e transporte Portos e estaleiros Comércio e supermercados Hotelaria e restaurantes Clínicas e escritórios
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O que acontece quando o PGR não está em dia

Quase nenhuma empresa é autuada por não querer cuidar das pessoas; a maioria é por não saber qual documento precisava ter. Sem PGR válido, a situação pode chegar a estes pontos:

Fiscalização do trabalho: o PGR costuma ser o primeiro documento que o auditor fiscal pede. Sem ele, ou vencido, a empresa fica sujeita a auto de infração, com a multa calculada pelos critérios da NR-28.
Ação trabalhista: em processo de acidente, doença ocupacional ou adicional de insalubridade, a empresa sem inventário de riscos tem pouco com que se defender. A perícia costuma pesar contra quem não documentou.
eSocial e certidão negativa: o evento S-2240 informa as condições ambientais de cada função. Sem o levantamento do PGR, a informação sai errada ou não sai, e pendência no eSocial pode travar a certidão negativa que licitações, bancos e grandes clientes exigem.
Previdência e FAP: acidente e doença ocupacional sem prevenção documentada entram na conta do FAP, que multiplica a alíquota do RAT paga sobre a folha. Prevenção registrada é o que a empresa tem para contestar.
Riscos psicossociais: desde 26 de maio de 2026, sobrecarga, jornada, assédio e violência no trabalho precisam estar no inventário. É a parte mais nova da NR-1 e a que mais empresas ainda não fizeram.

Sinais de que o seu PGR precisa de atenção

Foi feito antes de 26 de maio de 2026 e não trata de riscos psicossociais Tem mais de dois anos sem revisão A empresa mudou de endereço, de máquina ou de processo Houve acidente ou afastamento por doença do trabalho O documento não descreve os riscos função por função Ninguém na empresa sabe onde ele está
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Como a CEOMEDS faz o seu PGR

Diagnóstico de conformidade, sem custo

Conferimos o CNAE, o grau de risco, o número de funcionários e o que a empresa já tem: PGR anterior, PCMSO, LTCAT, treinamentos. Daí saem o escopo e a proposta, em duas opções.

Visita técnica à sua operação

A equipe de segurança do trabalho percorre os setores, conversa com quem faz o trabalho e levanta os perigos de cada função, inclusive os fatores psicossociais. Nada é feito só de escritório.

Inventário de riscos e plano de ação

Cada risco é classificado por probabilidade e severidade, e o plano de ação diz o que fazer, quem faz e até quando, na ordem que a NR-1 pede: eliminar, reduzir na fonte, medidas administrativas e, por último, EPI.

Entrega, assinatura e eSocial

O documento sai datado e assinado, como pede o item 1.5.7.2, com uma reunião de entrega para a empresa entender o que precisa fazer. Os dados de exposição já vão organizados para o S-2240.

Acompanhamento e revisão

Avisamos a empresa dos prazos de revisão e refazemos o levantamento quando algo muda na operação, para o PGR não envelhecer na gaveta.

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O que a empresa recebe

Entregáveis do PGR
Inventário de riscos por função Plano de ação com responsáveis e prazos Levantamento preliminar de perigos documentado Declaração de dispensa, quando a NR-1 permitir Relatório da visita técnica Base para o PCMSO, o LTCAT e o S-2240 Orientação para comunicar os riscos aos trabalhadores
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Como o PGR se encaixa com os outros documentos

O PGR define os riscos; os outros documentos usam essa definição. É por isso que a ordem importa.

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Técnica de segurança do trabalho socorre funcionário acidentado em obra, com kit de primeiros socorros e capacete ao lado Saúde & Segurança · 14 out 2026 SST em Penha: o que a sua empresa é obrigada a ter e o que acontece se não tiver PGR, PCMSO, ASO, LTCAT e os três eventos de SST no eSocial: o que é obrigatório para empresa com funcionário em Penha, quem está dispensado e o risco real de deixar vencer. Ler no CEONews
Dúvidas frequentes

O que perguntam antes de fazer o PGR

Minha empresa é pequena. Precisa de PGR?

Na maioria dos casos, sim. A NR-1 dispensa o MEI (item 1.8.1) e permite dispensar microempresa ou empresa de pequeno porte de grau de risco 1 ou 2 quando o levantamento preliminar não encontra exposição a agente físico, químico ou biológico (item 1.8.4). Mesmo nesse caso, o levantamento precisa existir e a dispensa precisa ser declarada: é esse papel que o auditor fiscal pede. O PCMSO tem regra própria: a dispensa dele (item 1.8.6) exige que não haja nem risco ergonômico, o que quase nenhuma atividade consegue comprovar, e os exames ocupacionais continuam devidos de qualquer forma.

Quem assina o PGR? Precisa ser engenheiro?

A NR-1 diz que os documentos do PGR são elaborados sob a responsabilidade da organização, datados e assinados (item 1.5.7.2), sem exigir uma profissão específica; a exigência de profissional habilitado aparece em normas setoriais, como a NR-18 da construção. Na CEOMEDS o levantamento e o documento são feitos pela equipe de segurança do trabalho, com responsável técnico identificado, para o PGR ter quem responda por ele numa fiscalização ou numa perícia.

De quanto em quanto tempo o PGR é refeito?

A avaliação de riscos é revista a cada dois anos, ou a cada três se a empresa tem sistema de gestão de SST certificado. Antes disso, sempre que houver mudança de processo, máquina ou layout, acidente ou doença relacionada ao trabalho, medida que não funcionou, mudança na lei ou pedido justificado da CIPA. Empresa que cresce ou muda de endereço costuma precisar revisar antes do prazo.

O PGR substitui o PPRA? E o PCMSO, continua?

Sim. O PGR substituiu o PPRA em janeiro de 2022 e é mais amplo: trata de todos os riscos ocupacionais, não só dos agentes ambientais. O PCMSO continua obrigatório e separado: é o programa médico, coordenado por médico do trabalho, que usa o inventário do PGR para definir os exames de cada função. Um não substitui o outro.

O que muda com os riscos psicossociais?

Desde 26 de maio de 2026, o inventário precisa identificar e avaliar fatores como sobrecarga, jornada, assédio e violência no trabalho, e o plano de ação precisa tratar deles. Questionário sozinho não basta, segundo a orientação do próprio Ministério do Trabalho: a avaliação parte das condições reais de trabalho. PGR feito antes dessa data provavelmente precisa de complemento.

Quanto custa fazer o PGR?

Não trabalhamos com tabela única. O valor depende do número de funcionários e de funções, do grau de risco do CNAE, da quantidade de setores a visitar e de o PCMSO e o LTCAT entrarem junto ou não. A proposta sai depois do diagnóstico de conformidade, que é gratuito, e vem em duas opções. Chame no WhatsApp para montar o escopo.

A CEOMEDS faz PGR fora de Penha?

Sim. A visita técnica é feita na empresa, em Penha, Navegantes, Balneário Piçarras e Barra Velha, e o restante do trabalho é na clínica, na Rua Bom Retiro, 61, no Centro de Penha. Os exames do PCMSO, quando entram junto, são feitos na clínica com agendamento pelo WhatsApp.

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O que entra junto com o PGR

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